Técnicas atuais de transplantes capilares

O que é a F.U.E. Robotic

F.U.E. Robotic

ROBOTIC FOLLICULAR UNIT EXTRACTION

Envolve a tecnologia robótica no transplante capilar, que já é utilizada em outras áreas da medicina.

Já são mais de 150 aparelhos no mundo. Sucesso nos EUA, Europa e Ásia, chegou ao Brasil em novembro de 2014.

O Robot Artas é um sistema cirúrgico assistido por computador, controlado pelo médico, que atua no primeiro tempo da cirurgia de restauração capilar: a fase de colheita das unidades foliculares, mas em breve deverá realizar as perfurações na área calva. Já está em desenvolvimento para realizar também a implantação dos enxertos. Após a extração dos folículos capilares pelo robô, os mesmos passam por inspeção e preparo microscópico estereoscópico para depois serem transplantados nas áreas calvas.

O Artas combina várias características, incluindo um braço robótico guiado por tecnologias de imagens especiais, pequenos suportes para esticar a pele e uma interface de computador, para disparar a “agulha” que disseca os folículos. O médico comanda o robô através de um controle remoto que realiza suas funções de forma minimamente invasiva.

Com a chegada do Artas Robot, ocorre um avanço significativo da técnica FUE. O que se fazia com o microaparelho manualmente, agora passa a ser realizado pelo Robô Artas. Realizada com anestesia local e sedação endovenosa.

Benefícios: sem dor, rápida recuperação, eficiência, rapidez e precisão na extração dos enxertos foliculares, minimizando danos aos folículos. Identificação das melhores unidades foliculares. O indivíduo pode utilizar os cabelos raspados ou em qualquer corte ou estilo. A Robotic FUE permite realizar Megasessões em apenas um dia (2.000 enxertos).

Desvantagem: a tecnologia robótica envolvida eleva o valor da cirurgia.

Principais benefícios da F.U.E. Robotic

Definitivamente, com a tecnologia robótica e imagem digital, a cirurgia de transplante capilar entrou para era da excelência, assim como em outras áreas da medicina (neurocirurgia, ginecologia, gastrocirurgia, cabeça e pescoço…) que já utilizam este recurso.

Durante a última década, os procedimentos robóticos têm avançado em muitas cirurgias de precisão, para ajudar cirurgiões em movimentos cirúrgicos difíceis e repetitivos, reduzindo a variabilidade manual.

Com a chegada do Artas Robotic, ocorre um avanço significativo das técnicas anteriores de transplante capilar, no que se refere à colheita dos enxertos. Na técnica FUT (Follicular Unit Transplant), os enxertos são conseguidos após a remoção de um segmento de couro cabeludo que deixa uma cicatriz linear de orelha a orelha no local. Na técnica FUE (Follicular Unit Extraction), os enxertos são colhidos diretamente da área doadora, através de um microaparelho manual, sem deixar cicatrizes visíveis. Agora esse procedimento é realizado pelo Robô Artas.

As diferenças estão na precisão, controle, reprodutibilidade e rapidez na extração dos enxertos foliculares, minimizando danos aos folículos e tempo da cirurgia.

Precisão: A Robótica guiada por imagem computadorizada, mantém constante e de forma precisa os movimentos e ainda identifica e sinaliza a direção e ângulo do cabelo que vai ser removido.

Reprodutibilidade: Mantém constante os parâmetros de remoção, eliminando os erros ocasionados pela fadiga e pela variabilidade manual.

Controle: O mapeamento computadorizado da densidade e do tipo de unidade folicular, permite uma remoção seletiva e controlada da distância dos folículos entre si, evitando falhas de densidade em áreas localizadas. A profundidade da perfuração também é controlada pelo sistema Artas, evitando danos nos enxertos.

Rapidez: Movimentos ágeis, controlados e repetitivos são realizados com facilidade pelo robô, permitindo mais rapidez na colheita dos enxertos

Veja a evolução do transplante capilar

1959

No início, em 1959, os grandes blocos circulares de couro cabeludo eram removidos da área doadora através de bisturis circulares (punchs) manuais e depois eram “plantados” na área calva com mais de um centímetro de distância entre eles.

1975

No início, em 1959, os grandes blocos circulares de couro cabeludo eram removidos da área doadora através de bisturis circulares (punchs) manuais e depois eram “plantados” na área calva com mais de um centímetro de distância entre eles.

Anos 80

No início, em 1959, os grandes blocos circulares de couro cabeludo eram removidos da área doadora através de bisturis circulares (punchs) manuais e depois eram “plantados” na área calva com mais de um centímetro de distância entre eles.

Anos 90

No início, em 1959, os grandes blocos circulares de couro cabeludo eram removidos da área doadora através de bisturis circulares (punchs) manuais e depois eram “plantados” na área calva com mais de um centímetro de distância entre eles.

Nos dias de hoje

No início, em 1959, os grandes blocos circulares de couro cabeludo eram removidos da área doadora através de bisturis circulares (punchs) manuais e depois eram “plantados” na área calva com mais de um centímetro de distância entre eles.

O que é a F.U.E.

FUE (Follicular Unit Extraction)

A FUE é uma técnica de transplante capilar minimamente invasiva, e de breve recuperação. Consiste em colher as unidades foliculares, uma a uma, diretamente da área doadora do couro cabeludo (laterais e posterior da cabeça), manualmente ou com a ajuda de um microaparelho, sem deixar cicatrizes visíveis.

Os orifícios (furos), de onde foram retirados os enxertos foliculares, fecham em 48 horas sem deixar cicatrizes visíveis no local.

Em nosso serviço, é realizada com anestesia local e sedação endovenosa.

Benefícios: permite usar os cabelos raspados, sem cicatrizes na área doadora, mínima dor e com breve recuperação.

Desvantagens: sujeita à imprecisão na colheita dos enxertos e maior perda de fios, devido à fadiga e à variabilidade manual do profissional. Megassessões necessitam de dois dias cirúrgicos.

Considerações sobre a FUE

O procedimento consiste em transplantar Unidades Foliculares (UF) de 1,2,3 ou 4 folículos da área doadora para a área calva de forma minimamente invasiva e sem cicatrizes, proporcionando resultados naturais e imperceptíveis. As sessões com a técnica Manual FUE duram cerca de 8 a 12 horas, em um dia (FUE PARCIAL) ou em cerca de 10 horas de cirurgia (Megasessões).

Em qualquer das opções, a restauração capilar por este método é realizada sob anestesia local mais sedação endovenosa superficial. Com esta técnica, a exagerada má fama de que o pós-operatório do transplante capilar era insuportável pelas fortes dores, cicatrizes horríveis na área doadora e resultados insuficientes ou “cabelo de boneca” ficou totalmente banido do procedimento, fatores que desanimavam muitos homens a realizar a cirurgia capilar. Nessa técnica os cabelos são removidos em unidades foliculares com microaparelhos, sem necessidade de pontos e sem deixar cicatrizes no local e depois são plantados na área calva em microorifícios para não deixar cicatrizes na pele e obter resultados naturais e definitivos.

O retorno às atividades do dia a dia podem ser retomadas em 2 ou 3 dias. Os cabelos definitivos nascem em 3 meses e crescem 1 cm por mês. Após 8 meses, temos o resultado final esperado. Como nas técnicas anteriores, existe a possibilidade de novas sessões de acordo com a extensão da área calva ou com a evolução da calvície, para quem ainda não está muito calvo.

Técnica Híbrida

Híbrida (FUE+FUT)
É a combinação das duas técnicas : FUT + FUE.

As técnicas são empregadas simultaneamente em uma mesma sessão de transplante capilar. Primeiro é retirado um segmento de couro cabeludo da região doadora para colheita das unidades foliculares (técnica FUT). Depois de suturadas as bordas da pele do local de onde foi retirada a fita, o cabelo é raspado 2 cm para cima e 2 cm para baixo da sutura para serem colhidas, de forma unitária, com o auxílio de microaparelho, mais unidades foliculares (técnica FUE). Depois de preparadas em microscópios estereoscópicos, elas serão transplantadas na área calva. É realizada com anestesia local e sedação endovenosa. Pode ser realizada em 1 ou 2 dias.

Vantagens: maior número de enxertos numa única sessão.

Desvantagens: é a mais invasiva de todas, dificuldade na dissecção dos enxertos, tempo cirúrgico longo, cicatriz linear (sorriso) na parte posterior do couro cabeludo, dor e inchaço no pós-operatório são frequentes.

“Depois de quatro décadas, o transplante de cabelos apresentou avanços técnicos e estéticos que permitem resultados surpreendentes atualmente”

– Dr. J. C. Pereira

FUT (Follicular Unit Transplantation)

Transplante Capilar

Cabelos naturais para a vida toda

O Transplante Capilar é a transferência das raízes colhidas nas regiões da cabeça que não foram afetadas pela calvície, para as regiões calvas. Esse cabelo nasce, cresce normalmente e dura a vida toda. Apenas uma quantidade limitada de fios pode ser doada. Isso para não gerar alterações estéticas na área doadora. Somente cabelos da própria pessoa podem ser utilizados nesta cirurgia.

Sou um bom candidato

O transplante capilar daria certo pra mim?

O Dr. João Carlos Pereira conhecedor das dificuldades que o calvo enfrenta, entende perfeitamente suas angústias e aspirações, deixando-o à vontade para discutir claramente suas possibilidades numa cirurgia de transplante de cabelos. Ao lado disponibilizamos um FAQ para tirar todas as suas dúvidas em relação à Transplante de Cabelos.

Teoricamente sim, mas na prática isto não funciona porque para manter esse cabelo vivo é necessário o uso constante de medicamentos com inúmeros efeitos colaterais. Quando se trata de um rim, um órgão vital vale a pena o risco, mas se tratando de caráter estético como os cabelos, é desaconselhável.

Teoricamente sim, mas na prática isto não funciona porque para manter esse cabelo vivo é necessário o uso constante de medicamentos com inúmeros efeitos colaterais. Quando se trata de um rim, um órgão vital vale a pena o risco, mas se tratando de caráter estético como os cabelos, é desaconselhável.

Teoricamente sim, mas na prática isto não funciona porque para manter esse cabelo vivo é necessário o uso constante de medicamentos com inúmeros efeitos colaterais. Quando se trata de um rim, um órgão vital vale a pena o risco, mas se tratando de caráter estético como os cabelos, é desaconselhável.

Teoricamente sim, mas na prática isto não funciona porque para manter esse cabelo vivo é necessário o uso constante de medicamentos com inúmeros efeitos colaterais. Quando se trata de um rim, um órgão vital vale a pena o risco, mas se tratando de caráter estético como os cabelos, é desaconselhável.

Teoricamente sim, mas na prática isto não funciona porque para manter esse cabelo vivo é necessário o uso constante de medicamentos com inúmeros efeitos colaterais. Quando se trata de um rim, um órgão vital vale a pena o risco, mas se tratando de caráter estético como os cabelos, é desaconselhável.

Teoricamente sim, mas na prática isto não funciona porque para manter esse cabelo vivo é necessário o uso constante de medicamentos com inúmeros efeitos colaterais. Quando se trata de um rim, um órgão vital vale a pena o risco, mas se tratando de caráter estético como os cabelos, é desaconselhável.

Restauração Capilar Não Cirúrgica

Micropigmentação capilar

A Micropigmentação, já utilizada para diversas indicações estéticas, agora também está sendo empregada para camuflar a calvície de forma total, localizada ou para densificar as regiões com baixa densidade de cabelos. Tornou-se ainda uma poderosa arma para camuflar cicatrizes pós-cirúrgicas ou acidentais, inclusive cicatrizes no couro cabeludo deixadas por transplantes capilares realizados no passado. A técnica é uma alternativa não-cirúrgica, rápida e econômica se comparada à cirurgia de restauração capilar.

Trata-se de um procedimento semi-permanente (exige a necessidade de retoque após 2 anos de sua execução) que disfarça a calvície através do escurecimento do couro cabeludo. Para isso, é feito um implante de tintas com colorações combinadas que artisticamente produz a ilusão de cabelos, alcançando um aspecto natural e estético pós-realização, principalmente quando olhado com certa distância da cabeça.

A técnica de micropigmentaçção capilar ganhou notoriedade na Itália, onde um profissional de nossa clínica fez especialização. Quando feita com instrumentos específicos, com design adequado, tinta especialmente testada para a pigmentação do couro cabeludo e quantidade de pontos definidos conforme a área e pigmentos bioabsorvíveis, resulta em uma aparência impercepitível no dia a dia e traz grande transformação ao visual.

Clínica e Day Hospital

O JCPereira, Clínica e Day Hospital, é especializado em cirurgias de Restauração Capilar.

Fundado e dirigido pelo cirurgião dermatológico Dr. João Carlos Pereira, especialista em cirurgias capilares, o Day Hospital tem o propósito de oferecer privacidade da identidade do paciente, segurança durante o procedimento, conforto na hotelaria e atendimento personalizado durante todo o período do transplante. Tudo isso aliado à tecnologia e a equipamentos na execução do procedimento, além de equipe própria, especializada e exclusiva para este tipo de cirurgia. Localizado em S. J. do Rio Preto, entre três Shoppings Centers (Iguatemi, Riopreto Shopping e Plaza Avenida), favorece as compras e lazer do(a) acompanhante durante sua permanência na clínica/hospital. S. J. do Rio Preto é considerada pelos meios científicos nacionais e pela revista Exame como um dos maiores e mais avançados centros médicos do país, além de ser considerada a 2ª cidade brasileira com melhor qualidade de vida, segundo o IDH. Por tudo isso, personalidades do mundo político, artístico, religioso, empresarial e esportivo não hesitam em se deslocar de sua cidade para restaurar no JCPereira os cabelos.

Localização

Av. José Munia, 5950,
Jd Morumbi
CEP 15090-500
São josé do Rio Preto, SP

S.J Rio Preto:

(17) 4009 5500

São Paulo:

(11) 94137 1442

Brasília:

(61) 98464795

Saiba quem é o Dr João Carlos Pereira

É preciso ‘feeling’ para descobrir os caminhos a seguir e mais: coragem para prosseguir até que o tempo e os fatos provem o acerto. O constante e incansável desafio deste médico em constante atualização é estar sempre à frente na sua área de atuação, a cirurgia da calvície ou, mais especificamente, o transplante de cabelos e apostar nas inovações e tendências com base científica.

Foi assim que começou em 1981, quando a especialidade ainda era praticada primitivamente no Brasil, mas iniciava sua evolução depois de mais de três décadas em total inércia. O Dr. João Carlos Pereira acompanhou de perto os primeiros eventos científicos e o início da nova era dos transplantes com especialistas nos EUA. Começava ser decretada a morte dos tufos (cabelos de boneca) com os microenxertos.

Os resultados melhoravam. Com o passar dos anos, cada vez mais ele estava convicto de um futuro com aparência natural para os transplantes de cabelos.As técnicas foram aparecendo e, no início dos anos 90, começou a utilização do laser, logo após substituído pela técnica folicular, que permanece até hoje de forma aprimorada.

A estrutura do cabelo e da raiz é separada e plantada conforme a sua estrutura original. Mais tarde chegaram os microscópios estereoscópicos para dar qualidade aos enxertos (mudas), que não danificam as mudas e evitam o não nascimento dos cabelos. Com a experiência adquirida ao longo desses anos, este profissional executa variações técnicas em situações particulares de calvície e área doadora e também em dificuldades cirúrgicas.