JC Pereira | Transplante Capilar

Depoimentos

A princípio eu não me incomodava muito com a minha calvície mas com o passar do tempo em alguns lugares que eu ia com minha namorada (que hoje é minha esposa), eu acabava passando por situações constrangedoras pois algumas pessoas perguntavam se ela era minha filha. Isso começou a me incomodar a tal ponto que resolvi realizar uma cirurgia de transplante de cabelo para parecer mais jovem, o que me ajudou bastante. Depois do transplante de cabelo fiquei muito feliz e nunca mais ouvi este tipo de comentário. Infelizmente sei que muitas pessoas passam pelo mesmo problema. Com a autoestima em alta, aproveitei também para realizar, periodicamente, um Botox para minhas rugas.

A.S., administrador de empresas.

Nunca me esqueço do depoimento sincero do médico Patrick Frechett, que vive em Paris, na França, se dedicando ao transplante de cabelos. Originalmente formado em cardiologia, mais tarde abandonou essa especialidade para se tornar um nome reconhecido mundialmente pelo seu trabalho com transplante de cabelos. Ele conta, repetidas vezes, que quando era cardiologista salvou a vida de muita gente, evitou muitas mortes precoces, atendeu enfartes, mas não se lembra de nenhum desses pacientes ter lhe mostrado felicidade e alegria por continuar vivendo e uma gratidão inesquecível do médico.
“Enquanto que os pacientes de transplante de cabelos ficam extremamente felizes depois que deixaram de ser calvos. Além de cumprimentos efusivos quando nos encontra, como se fossemos a pessoa mais querida da sua vida. Ainda nos transformam em ídolos ou mágicos em conversas com amigos”, relata o francês.
Também compartilho dessa opinião. “Vemos casos de uma transformação emocional tão impressionante que temos dificuldade em acreditar que se trata da mesma pessoa, além um especial carinho para conosco.”

Dr. João Carlos Pereira

Casa de ferreiro…
Um especialista em cirurgia da calvície irremediavelmente careca? A primeira vez em que encontrei João Carlos Pereira (e a familiaridade que me faz retirar o doutor à frente do nome deve-se sim ao carinho e a longa intimidade profissional) não resisti ao detalhe, absolutamente inusitado e ao comentário brincalhão. Ele não perdeu a deixa e me deu, in loco, uma aula sobre a matéria: “Sou um daqueles raros casos de insuficiência de área doadora”. Isso significa, caros, que nem transplante resolve o caso de nosso doutor, um dos pioneiros no Brasil na especialidade e participante assíduo de cursos e meetings internacionais. Mas João Carlos Pereira não é único a tornar verídico o velho ditado “casa de ferreiro, espeto de pau” e está em boa companhia: o mais famoso especialista nova-iorquino em transplantes foliculares, acreditem, também é careca!
Claro que virou um detalhe folclórico: depois de 5000 clientes operados, um recorde nacional, João Carlos Pereira mostra que sua expertise, ao longo de décadas de prática médica, independe das inevitáveis brincadeiras. Ao contrário: só fazem com que ao lado do conhecimento sua solidariedade ao paciente seja muito mais real, muito mais cúmplice e afetiva do que uma mera relação cliente-profissional.
Pode apostar: sou suspeita na louvação às suas qualidades. João Carlos mostrou o que faz, e como faz, em relação a amigos meus. O resultado, em nenhum momento, deixou de ser perfeito. Além disso, ao longo dos anos, seus conhecimentos sobre os avanços em várias frentes da dermatologia só estreitaram nossa ligação. Para uma jornalista um interlocutor confiável como João Carlos Pereira é uma preciosidade que deve ser cultivada. Estou aqui regando minha plantinha.
Por tudo, João, obrigada.

Genia Winitzki, beauty and health editor
Vogue Magazine

“Eu comecei a perder meu cabelo aos 27 anos. As falhas aparecerem na região frontal, causando constrangimento e irritação. Naquela época, os transplantes deixavam uma aparência artificial e eu não me interessei em fazê-lo. Vi alguns amigos que fizeram, mas tinha a aparência de cabelos de boneca. Aos 32 anos, descobri que algumas clínicas estavam fazendo transplantes com fios de cabelo humano. Era isso que eu queria. Procurei informações sobre os profissionais sérios e que me dariam segurança nesse tratamento capilar.
Fiz meu primeiro transplante com 35 anos e o resultado foi muito melhor do que imaginava.
Meu médico retirou fios de cabelos de áreas doadoras, no meu caso, as regiões laterais e posterior da cabeça, onde não incidem a genética da calvície e de onde são colhidos os cabelos para a reposição da área calva.
Muitas vezes acreditamos que não existem soluções para os nossos problemas e não tentamos resolvê-los. Hoje sou feliz com minha aparência e, com certeza, faria tudo novamente”.

S.M.

“Eu continuo com o corpo igual ao de um homem de 30 anos. Faço musculação e atividades físicas intensas. Além disso, tenho realizado tratamentos que mantém o rejuvenescimento da minha face. O que começou a incomodar foi a perda de cabelos. Toda minha vida fui conhecido por meus cachos, que sempre fizeram muito sucesso. Depois de ler um artigo em uma revista especializada, fui consultar o Dr. João Carlos Pereira, que realizou duas cirurgias. O resultado devolveu não só os meus cabelos, como meu charme e minha alto estima.”

D.C.

“Comecei a ter falhas no meu cabelo aos 36 anos. A princípio, procurei soluções simples, como massagens e produtos que evitassem uma intervenção cirúrgica. Mas os resultados não eram satisfatórios e, a cada dia, me angustiava olhar no espelho e me sentir mais velho do que realmente era. Antes da cirurgia, meu médico informou que eram realizadas minúsculas incisões com lâminas que mais parecem agulhas, de tão finas. Com isso, evitam-se as cicatrizes na borda da linha frontal dos cabelos. Na cirurgia, são colocados cabelos unitários, de forma irregular, muito semelhante à linha original. O ângulo e a direção dos cabelos também são determinados pelo cirurgião. Hoje, quatro anos depois de ter realizado a cirurgia de transplante capilar, minha aparência é mais jovem do que naquela época. Meus cabelos crescem normalmente e perdi o medo de enfrentar o espelho.”

G.A.

“As pessoas que me conheciam antes da cirurgia de transplante sempre me perguntam se meus fios de cabelo são artificiais ou se doeu muito quando foram implantados. Na verdade, os fios de cabelos usados na cirurgia são meus e não senti dor nenhuma. Existem muitos mitos em torno dos transplantes de cabelo. As pessoas acham que vão ficar com as cabeças parecidas com as de bonecas ou que vão ter que tomar cuidados especiais para o resto da vida. Não existe problema algum se você procurar um profissional competente. Minha vida mudou para melhor e eu só tenho a agradecer a todos que foram responsáveis por isso.”

E.A.

“Descobrir o transplante de cabelo mudou minha vida. Só quem passa pelo
que passei pode me entender. Eu tentei de todas as maneiras manter meus
cabelos e minha juventude, mas não consegui parar o tempo. Desde que meu médico
fez o implante, utilizando meus próprios fios de cabelos, me sinto mais jovem
e seguro para lidar com as pessoas.”

T.F.

“Quando o meu cabelo começou a apresentar falhas, me senti arrasada. Um médico me disse que não era possível fazer nada e que era melhor esquecer o assunto. Segundo ele, era normal algumas mulheres apresentarem queda capilar. Mas, graças à Deus, encontrei um profissional competente que, em apenas duas sessões, resolveu o problema. Agora, quando escovo meus cabelos para trás, eu não encontro mais falhas. Parece o mesmo cabelo que eu tinha há muitos anos. É maravilhoso.”

A.R.

“Sempre fui vaidosa e me incomodava muito a pouca quantidade de fios de cabelo na parte frontal da minha cabeça. Minhas amigas falavam que a falha era imperceptível, mas eu não gostava nem que meus namorados passassem a mão
na minha franja. Ao procurar uma solução, descobri o transplante feito com fios de outras partes da cabeça. Pesquisei muito até ter certeza que o procedimento era totalmente seguro e o resultado bem natural. Procurei uma equipe especializada, com experiência neste tipo de cirurgia e pouco tempo
depois já exibia, orgulhosa, meus cabelos e um novo penteado.”

M.C.

“Um dia bateu um desespero e resolvi que não ia ficar mais careca. Fui para o computador e comecei a procurar um site sobre perucas ou interlace. Achei em primeiro plano no Google o www. microtransplantedecabelos. com br, embora não fosse o que eu procurava fiquei curioso e comecei a navegar. Muitas surpresas. Primeiro vi que o transplante de cabelos realizado pelo Dr. Pereira do site que estava nada tinha a ver com a imagem que eu tinha dos transplantes com tufos e de “cabelo de boneca”. Fiquei tão animado que marquei uma consulta para saber se em um caso como o meu, de uma calvície extensa era possível ter um bom resultado. Dr. Pereira após examinar os meus cabelos disse: Você pode deixar de ser calvo com um resultado muito bom. A sua área doadora apesar de não ser ótima permite realizar duas etapas cirúrgicas e resolver o seu caso muito bem. Você vai ficar contente, porque os cabelos serão seus, irá cortá-los quando quiser, deixar o corte que quiser, molhar, entrar em piscina e o que melhor, lavá-los diariamente, mantendo uma higiene perfeita. Para resumir, marquei a cirurgia para o mês seguinte e 10 meses depois fiz a segunda etapa e hoje não sou mais calvo e posso dizer que sou o homem mais feliz do mundo, com os meus próprios cabelos, porque a calvície realmente me deixava muito para baixo.
Foi o melhor investimento que eu fiz: esses cabelos não caem nunca, vou ficar com eles até morrer, me deixou feliz e com a auto-estima fortalecida e muito maior do que se eu tivesse comprado um carro novo, uma roupa nova ou um acessório novo, que são bens com duração limitada, que agregam valor mas não mudam o conteúdo. Entenderam?”

G.C.

No mundo dos negócios, nas empresas, a calvície é um grande empecilho. Percebi isso claramente, quando comecei a ficar calvo com 38 anos. O primeiro impacto foi quando fui preterido numa promoção de cargo por um colega com menor experiência e mais jovem. As empresas preferem uma aparência jovial, mesmo que o funcionário tenha mais idade, para parecer mais forte e ter um poder de conquista maior com o cliente. Por outro lado senti que estava perdendo a confiança no meu valor e na minha auto-estima. Precisava fazer alguma coisa urgente para não comprometer a minha carreira, o meu trabalho. Estive com alguns médicos que fazem transplante, mas não me passaram confiança, até que um amigo comentou comigo que um amigo seu tinha feito um transplante e ele estava muito satisfeito. Falei com ele e me explicou todo o procedimento e indicou o Dr. Pereira com o qual havia realizado a sua cirurgia. Na consulta ele me passou muita confiança e fiquei impressionado com seu conhecimento sobre o assunto. Fiz a cirurgia e apesar de estar acostumado a tomar decisões, costumo dizer que foi na melhor atitude que tomei na vida. O resultado é imperceptível. Talvez tenha que colocar mais cabelo no futuro, mas a minha vida mudou. A minha insegurança desapareceu e hoje estou tranqüilo e ocupo posição de destaque na empresa. É lógico que também dependeu do meu valor, mas se não estava seguro para mostrar meu potencial, as coisas poderiam ter tomado outro rumo.

F.A.O.

Depois de passar por duas cirurgias mal sucedidas, que me deixaram seqüelas na minha área doadora e na minha imagem, não queria mais ouvir falar em transplante de cabelo. Foi quando encontrei velho amigo calvo, ou melhor ex-calvo, numa festa e lhe perguntei se estava usando peruca, tal a cabeleira dele. Negou. Disse que tinha feito duas megasessões de transplante com o Dr. João Carlos Pereira. Fiquei impressionado com o volume e com a naturalidade. Não acreditei e pedi permissão para dar uma puxadinha para ver se era verdade. Era. Queria o telefone desse médico naquela hora, senti que esse era o cara. Consultando com o Dr. Pereira ele colocou para mim as probabilidades da minha situação, considerando que a minha área doadora estava comprometida pelas cirurgias anteriores, mas que via possibilidade de reverter satisfatoriamente os meus “cabelos de boneca”. Gostei dos seus comentários realísticos, ao contrário dos outros que me prometeram uma cabeleira do Elvis Presley. A minha cirurgia durou 6 horas. O Dr. Pereira teve que depilar alguns tufos e construiu uma nova fachada na minha testa. Meu amigo, ninguém fala que eu tinha aquela “escova de dente” antes na minha cabeça. Despareceu tudo e ficou com uma estética perfeita. Um trabalho de artista. Não preciso dizer mais nada, né.

E.P.L.

Confesso que quando entrei no consultório do Dr. Pereira, fiquei um tanto quanto frustrado. Ele é totalmente calvo. Fiquei indignado, mas ele logo foi questionando sobre o meu caso de perda de cabelos, quando começou, o que eu já havia feito de tratamento etc. e fui relaxando. Afinal estava ali para resolver o meu problema e com um dos mais renomados especialistas da área no Brasil e conhecido em muitos países pelo seu trabalho. Além do mais já tinha visto vários transplantes realizados por ele com extrema naturalidade. Seus pacientes estavam todos muito satisfeitos com os resultados obtidos. Ao final da consulta, não contive a minha curiosidade e perguntei-lhe porque não fazia também um transplante já que era calvo e trabalhava com isso? Sorriu e me respondeu: Gostaria muito de estar na mão da minha equipe e fazer a cirurgia e deixar de ser calvo, mas Deus me deu o dom, a habilidade, a experiência, o conhecimento e a arte, mas me deixou sem área doadora para fornecer cabelos para recuperar a minha calvície, brincou… Tenho uma área doadora limitada e muito rala, que poderia dispor de poucas mudas, talvez suficiente para fazer um topete frontal que não ficaria nada estético. Então prefiro permanecer calvo. Já me acostumei, não me afeta e é uma marca registrada. Afinal sou o único profissional calvo no Brasil, nos EUA um dos mais famosos de lá também é calvo. Também impossibilitado de realizar a cirurgia por insuficiência de área doadora. Mas é claro que se houvesse possibilidade também faria, assim como alguns colegas da área aqui no Brasil e nos EUA também fizeram, com ótimos resultados, mas tinham uma boa área doadora. Segundo ele, ainda não perdeu a esperança. Acredita que com a clonagem, que esta avançada poderá resolver o seu caso. Forneceria algumas das suas poucas raízes para um laboratório especializado e este devolveria centenas ou milhares de raízes clonadas prontas para serem “plantadas”, comenta sorrindo. Para finalizar a estória já fiz duas etapas cirúrgicas, não cheguei a ficar calvo e só os amigos sabem que fiz transplante. Ninguém percebe. Recomendo o homem que conhece a fundo os nossos anseios, Dr. João Carlos Pereira. Ah! Ia me esquecendo, sem contar a força psicológica que ele me deu na fase que estava com os cabelos caindo e ficando calvo. Recuperei minha auto-estima, mesmo antes de ganhar os novos cabelos. Sou muito grato ao Dr. Pereira.

B.M.

Na minha família, tem carecas dos dois lados e com 17 anos os colegas da escola já começaram a me chamar de careca. Briguei com muitos deles. Não aceitava o apelido e muito menos ficar calvo. Procurei o Dr. Pereira para um tratamento e se possível já fazer um transplante. Ele me desaconselhou. Disse-me que o melhor, naquele momento era tentar manter os meus cabelos o maior tempo possível. Era muito cedo para o transplante. Embora a contragosto comecei então o tratamento proposto com um medicamento chamado finasteride, aplicações injetáveis locais, terapia endovenosa, pente de laser, loções capilares, shampoos medicinais e massagens relaxantes para aliviar o stress e o psicológico. Tomei também um complexo vitamínico específico. Depois de 3 meses percebi uma redução significante na queda dos meus cabelos, com os fios mais fortes e grossos, além de estar mais tranqüilo e preparado psicologicamente. Periodicamente visitava o Dr. João Carlos para avaliação e alterações no tratamento conforme a condição do momento. Quando estava com 21 anos e o meu couro cabeludo já começava ser vista, o Dr. Pereira sugeriu fazer o primeiro transplante antes de surgirem áreas calvas. Era tudo o que queria. A cirurgia não foi grande, o suficiente para preencher os espaços vazios. Em função disso outras e sessões foram realizadas, à medida que os meus cabelos originais iam diminuindo. No meu casamento com 27 anos de idade, já tinha realizado quatro sessões e o meu cabelo era todo transplantado. O importante é que em nenhum momento passei por um período na vida calvo. O Dr. Pereira havia me alertado sobre isto. A tática deu muito certo e tenho o maior prazer em dar meu testemunho e também transmitir essa experiência a todos os jovens que estão na mesma situação por que passei no passado.

L.A.M.

Dr. João Carlos Pereira - Transplante Capilar

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